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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

XANANA: KALAU DI GHANA ADA KOFI ANNAN, DI TIMOR LESTE ADA KOPI TIMOR

LAPORAN: IHSAN DALIMUNTHE

Kay Rala Xanana Gusmao
RMOL. Mantan Perdana Menteri (PM) Timor Leste, Xanana Gusmao memberikan kain tenun dan kopi khas Timor Leste kepada Menteri Luar Negeri Retno P Marsudi saat menyambangi kantornya.

Menlu Retno melakukan hal yang sama. Dia memberikan buah tangan berupa kemeja batik kepada Xanana.

"Wah saya dapat batik, tapi tidak mungkin saya pakai sekarang. Terima kasih," kelakar Xanana di hadapan wartawan dalam pertemuan yang berlangsudng di Gedung Pancasila, Kemenlu, Jakarta, Senin (24/8).

Tak hanya memberikan kain tenun, pria yang pernah dipenjara oleh rezim Soeharto ini memberikan kopi khas negaranya.

"Kalau Ghana terkenal dengan Kofi Annan, Timor Leste terkenal dengan Kopi Timor," candanya.

Xanana mengungkapklan kedatangannya menemui Menlu untuk menguatkan hubungan bilateral antar kedua negara, sekaligus ingin menyampaikan kunjungan PM Timor Leste yang baru. Tak hanya itu, Xanana juga mengkau kedatangannya ke Indonesia untuk menyampaikan selamat hari kemerdekaan bagi Indonesia.

"Congratulation for your Independence day. Selamat HUT ke-70 untuk Indonesia," demikian Xanana yang menggunakan jas abu-abu.[dem]

rmol.co
http://dunia.rmol.co/
read/2015/08/24/214558/Xanana:-Kalau-di-Ghana-Ada-Kofi-Annan,
-di-Timor-Leste-Ada-Kopi-Timor-

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Fortunes of farmers in East Timor grow as seeds start to drive the economy

Members of Grupu Agrikultura Manufahi (GAM) commercial seed producer harvesting Sele commercial seed (ACIAR)
While oil has been the mainstay of East Timor's economy in the past, it is farming that is transforming rural areas and creating a new breed of entrepreneurs.

Businessmen and women are learning to grow and barter seeds from crops like corn, thanks to the help of an Australian Government aid program.

John Dalton is the Australian team leader for the Australian Centre for International Agricultural Research's (ACIAR) Seeds of Life program, which has been running since 2000.

For three or four months of each year many families experience the "hungry season" where, as John Dalton said, people literally do not have enough to eat.

"When ACIAR first went into Timor one of things they noted was that the varieties of seed crops were very old varieties and so it went about importing better varieties of rice, maize, sweet potato, cassava and peanuts," he said.

Prior to the intervention up to 40 per cent of stored maize was lost each year to pests, like weevils and rats.

But Mr Dalton said a simple change in varieties meant these losses were being eliminated.

"We have researched them right across the country in a range of situations," he said.

"Of the 12 released varieties they're averaging a 70 - 80 per cent lift in yield."

Survey results conducted by ACIAR show farmers are now starting to take the fortune of agriculture into their own hands.

"Our final phase, which ends in another 12 months, is to establish a seed system so that those varieties are available to the 130,000 East Timorese farmers."

Developing agricultural entrepreneurs

This year the Seeds of Life program is working to establish a sustainable national seed system.

"Seed supplies are grown and organised at a community level, through community seed producer groups," Mr Dalton said.

"They produce enough seed for themselves and store it for the next cropping and enough to distribute, barter or sell to their neighbours.

"There are three of these groups per village and 1300 across the country.

"We are working closely with the municipal staff of the Ministry of Agriculture to help them set up municipal seed systems so that each municipality knows how much seed it needs."

This program has been so successful that the country's reliance on imports of maize, corn and rice seed have almost ceased due to the creation of what Mr Dalton calls East Timor's first real agricultural entrepreneurs.

"We have now developed a commercial seed industry and about 60 producers now satisfy that demand" he said.

"The millions of dollars that used to go out of the country to Indonesia or Vietnam now stay in the country and those commercial seed producers are probably the first genuine entrepreneurs in agriculture.

"That is the way the country has to move."

Seeds of Life promotes social changes

What started out as a program to help farmers grow crops has resulted in large scale social change in many communities across the rugged terrain of East Timor.

Mr Dalton said East Timor needed to start making money from industries other than oil.

He said farmers were starting to take the economy in a different direction.

"There is a tendency for agriculture just to be seen as a subsistence lifestyle," Mr Dalton said.

"There is a huge need for the country to move forward on integrated rural development, so that it starts to generate wealth from something other than its oil resources.

"The name of the game is empowerment; to empower people to understand how they can continue to manage change.

"You have to hasten to slowly and there is a lot of mentoring and hand holding while people are training while largely on the job."

Seeds of Life is a program run within the Ministry of Agriculture in East Timor.

The program is funded collaboratively by the Australian and the Timor Leste governments.

The official aim is to establish a national seed system, including identifying improved varieties of maize, rice, sweet potato, peanut and cassava.

The seed system is currently in transition from being program led to being fully managed by the Ministry of Agriculture in East Timor and the Seeds of Life program will be closing in June of 2016.

It is understood Australian Aid and ACIAR are working on a follow-up project which would be aimed at more integrated rural development, so that village level activities could be coordinated.

Source: BBC.net.au
http://www.abc.net.au/news/2015-06-08/farmers-saving-the-economy-in-easttimor-through-seeds-of-life/6518046

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Café timorense representa Timor-Leste na edição 2015 da Expo Milão

Cafe Timor/United Nations Photo
O café timorense é o embaixador de Timor-Leste na edição deste ano da Expo Milão, que decorre entre maio e outubro, com o "conto do agricultor de café" a marcar presença no `cluster` dedicado ao setor cafeeiro.

Segundo informam os organizadores na sua página online, a presença timorense mostrará como "os países em desenvolvimento podem competir em termos de qualidade e eficácia, através da agricultura orgânica e práticas de proteção ambiental confiáveis e sustentáveis".

Para isso conta a história do fazendeiro de café timorense que "experimentou não só os efeitos da colonização, guerras e revoluções políticas na sua fazenda, mas também teve que competir internacionalmente com outras nações produtoras de café muito maiores e já estabelecidas globalmente" tendo, para isso, apostado "na produção de café orgânico premium".

Segundo os organizadores o caso timorense ilustra o reconhecimento que existe desde a década de 1920 dos "potenciais benefícios de práticas de agricultura orgânica" com certificação correspondente.

Timor-Leste mostra como os agricultores mantêm registos detalhados de produção e venda como parte de uma "trilha de auditoria", mantém regras estritas de separação de produtos orgânicos de outros não certificados e realizam inspeções regulares às plantações.

Apesar dos custos adicionais, estas práticas, referem, garantem uma melhor gestão dos recursos e resultam em alimentação de maior qualidade e potencialmente mais saudável.

"Reduz poluição de pesticidas e fertilizantes artificiais, melhora a qualidade da água, aumenta a biodiversidade e reduz dependência na importação de combustíveis fósseis. É também uma agricultura multifuncional e diversificada que realmente apoia o desenvolvimento rural", sublinham os organizadores.

Visitantes ao `cluster do café` podem conhecer a história de Timor-Leste e os esforços que estão a ser feitos no país para alcançar produção alimentar sustentável e comércio justo.

Podem ainda experimentar as variedades de grão de café.

Recorde-se que no final de março o ministro da Agricultura timorense, Estanislau da Silva, disse no Parlamento Nacional que o executivo vai aprovar um novo programa para reforçar e aumentar a produção do café, com novas plantações e o rejuvenescimento das existentes, consolidando assim uma cultura "emblemática" do país.

"O café é prioridade do Ministério da Agricultura que está a incluir um programa revisto, praticamente novo. Queremos um reforço para o setor", disse Estanislau da Silva, que é também ministro de Estado e Coordenador dos Assuntos Económicos.

Considerando que o que tem sido feito até aqui é de "pequena dimensão" e apesar do apoio de organizações internacionais, o ministro disse que é necessário consolidar o setor que vai "merecer atenção especial do Governo".

Estimativas do setor do café timorense apontam a que, atualmente, cerca de 70 mil famílias timorenses recebam cerca de 250 dólares por ano, em média, pelas exportações do setor, um valor bastante reduzido.

Timor-Leste exporta anualmente cerca de 18 milhões de dólares em café.

Fonte: RTP
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=823738&tm=6&layout=121&visual=49